quarta-feira, 2 de Setembro de 2009


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domingo, 11 de Janeiro de 2009

Presente

Todas as reminiscências são coloridas com os tons do presente, e vistas portanto sob uma falsa perspectiva.
Albert Einstein

Por isso é, talvez, tão importante viver hoje, agora, no presente, o nosso momento.

Olhar para o passado é filtrá-lo com as emoções de hoje. Querer muito vislumbrar o amanhã é alheamento da realidade actual (não há outra mais urgente). Mesmo que o presente seja mau, um dia terá passado.

sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Falta de educação

Sentida homenagem à ministra da educação de Portugal

Anda o povo cansado, já não se pode mais com esta falta de educação... Escrever ou descrever o que se passa neste rectângulo já é indiferente. Melhor fora estar lá por fora... ver as trafulhices de longe.

E sorrir, mesmo de tristeza, ao ver a prepotência desenfreada de uma troica que, sob o verniz de uma maioria, aprodrece e faz muchar a gente em massa.

Puta que a pariu...!

quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Quem paga as suas dívidas... enriquece.

Enriquece?... Sim, pelo menos o ditado assim o diz. Mas nos tempo actuais, a lógica é outra.



Hoje, (parece que) pagar as dívidas que assinámos e hipotecámos é privarmo-nos daquilo a que é «obrigatório» acudir para te uma vida boa.
Deve ser por isso que é banal estar endividado por tudo e por nada, ter cartões de crédito, de débito, de desconto, de cliente... Apenas para gerar consumismo. As empresas, sejam elas quais forem, anseiam pelo dinheiro da nossa carteira, ou nosso compromisso com o futuro... Nem que sejam futilidades, tudo é bom para pôr a economia a girar, ou melhor a «gerar riqueza», como diz o jargão económico. As fábricas de automóveis encerram por alguns dias para conter a produção de novos carros, por falta de procura... mundial, e parece que é uma tragédia... É só um exemplo. Essas mesmas marcas, estão-se borrifando para a contrução dos carros que realmente interessam às pessoas e ao planeta. Mesmo sem sabermos muito, como consumidores finais individuais, suspeitamos que há muitíssimo que pode mudar desde já, neste capítulo dos «carros». Quem melhor dos que os grandes produtores para saber o que se pode fazer desde já em alternativa ao petróleo? No entanto, esses gigantes mesquinhos da indústria ainda esperam que eu trabalhe para eles... comprando-lhes as porcarias que produzem (devidamente embrulhadas e perfumadas). Vou manter o(s) meu(s) velho(s) carrinho(s), poupadinho(s). Para já, invisto em mim, no que é essencial...

Ontem fui ao banco. Tinha pensado, e falado com a minha «patroa», que valia a pena «amortizar» a dívida da casa ao banco. Sou um português vulgar... acho eu: pelo menos tenho um empréstimo bancário para compra de casa.... (Quanto ao resto... não sei...)


Não é que saí da CGD perplexo com a tentativa, por parte da minha gestora de conta, de me dissuadir de «gastar» tal dinheiro em pagamento antecipado da minha casa. Pretendia ela que eu abrisse um depósito a prazo (muito menos remunerado) ou que em última análise guardasse (no banco, claro) aquele dinheiro para uma necessidade, pois nunca se sabe... se calhar, para comprar um carro novo!


E, no entanto, temos a conjuntura que temos, temos o os bancos a «dar o berro» e as famílias sobre-endividadas...


Ela há cada uma...
O que tu queres sei-o eu!


PS. Uma das vantagens de viver na Beira interior é a de poder viver a um ritmo menos frenético do que os lisboetas, por exemplo. E, sobretudo, é viver mais alheado do consumismo dos grandes centros.

sexta-feira, 26 de Setembro de 2008





Eis a promissora equipa que vai deixar marcas, quer dizer marcas de travagens de pneus, no 24h de BTT 2008, no Fontelo - Viseu - nos dias 4 e 5 de Outubro.



Ad liBiTTum nas 24 horas de Viseu



8081-JOSÉ SIDÓNIO M. SILVA (o mestre histórico)
8082-CARLOS ALBERTO MARQUES S. J. MACHADO (o técnico de nota, queda para descidas)
8083-HERMÍNIO MONTEIRO PINTO (o trepa montes hermínios)
8084-JOSÉ CARLOS F. ROCHA (o veterano do pedal empedrado)
8085-FRANCISCO ANTÓNIO MESSIAS PEREIRA GUEDES (Penalva director)
8086-VASCO FREDERICO DOMINGUES MEIRELES (btt medicinal)
8087-ANDRÉ FILIPE R. ROCHA (o sobrinho do "veterano do pedal")



Quem quiser passar pelo Fontelo naquele fim-de-semana, mesmo de noite, vai poder certamente sentir a transpiração dos betetistas, que este ano são ainda mais, a competirem pela volta mais rápida... Certo é que o clube Biriattus tem uma tarefa mais difícil este ano... As espectativas são elevadas, pois, se no ano passado foi "bom", este ano, com mais equipas e mais experiência, deverá ser no mínimo, bombom... (bom duas vezes).



Com uma equipa de oito, vai ser novo para mim... Para as horas mortas hesito entre levar um garafão de vinho do dão, ou um grade de minis. Até lá ainda tenho tempo de decidir... ou optar por uns red bulls... (a bebida não a recomendo, mas as miúdas eram giras.)



Apareçam...


Homenagem ao veterano dos participantes do ano 2007, Sr Gustavo... Um bom exemplo para muitos (as) que não (se) "mexem uma palha"...

domingo, 31 de Agosto de 2008

Nos Picos

Uma imagem das minhas férias. Nos Picos da Europa. Posada de Voldeón.
Lá em cima, há sempre sol, mesmo nos dias cinzentos.
Bom início ou continuação de ano (escolar) para todos.

sábado, 26 de Julho de 2008

Recomeçar

Caros leitores,
depois de uma ausência algo prolongada, cá estou de novo, cada vez mais velho...
Boas férias, e bom regresso...
Até breve.

quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Por onde anda a reciclagem

Os Resíduos Sólidos Urbanos ou Lixo e a Reciclagem



Quem não viu já milhentas vezes amontoados, junto dos contentores do lixo, produtos que deveriam ir para o Ecoponto? São garrafas, plásticos, cartões... (E os óleos? Ou a matéria orgânica que podia ser compostada?) Noutra altura, mostrarei aqui como faço compostagem em casa...

Um destes dias, num dos contentodes havia «resmas» de jornais velhos amontoados. Gostava de ter feito uma foto, por que era impressionante o monte de papel. Outro estava a abarrotar de garrafas de plático cheias de sumo, supostamente (suponho que fora de validade..). Mais tarde, vi o camião do lixo atravessado na rua a tentar encaixar directamente no contentor, com os dois funcionários incapazes de empurrar tanto peso. Um outro dia, na minha rua um vizinho deixou uma embalagem gigante de cartão espesso e grosso. Teve dinheiro e tempo para comprar um «plama», mas depois preferir ficar a sintonizar os canais do satélite ou do cabo... em vez de «reciclar» os seus dejetos. (Para esses basta uma TV bonita, último grito... o ambiente resume-se às comodidades da sala e, certamente, a um luxuoso habitáculo de automóvel.

Para já, deixo a foto do contentor do lixo da minha rua, onde alguém deixou um saco enorme de garrafas. E mostro também o ecoponto do meu bairro, que fica a cerca de 350 metros do lixo.


Achei que o destino daquele saco (grande) de garrafas não podia ser o aterro da Câmara... Pelas onze na noite, ao regressar a casa de carro, carreguei o saco e fui depositar as garrafas no lugar certo -- o ecoponto verde.


Ninguém precisa de me agradecer pela boa acção... Mas se apanho alguém a deixar matéria reciclável no lixo, vai ouvi-las (sobretudo se for uma dessas lojinhas ou um vizinho «plasmado» dos que despacham as embalagens da maneira mais... cómoda).

terça-feira, 29 de Abril de 2008

(In)Actividade Física

Ossadas de uma bicicleta,
encontradas por mim perto da estrada romana de Ranhados.
Será uma metáfora da saúde portuguesa?

O caso português



Portugal é o país da União Europeia que tem os piores índices de actividade física quer espontânea, quer organizada, ou seja, somos o povo menos fisicamente activo da União Europeia. Isto quer dizer que, num país pobre como o nosso, continuamos a desperdiçar o baixo investimento nesta prática, a qual que dá grandes dividendos, não só de qualidade de vida como económicos, quer à escala individual, quer à escala dos vários sistemas de saúde, privados ou estatais, quer, em última análise, à escala do próprio país. Se toda a população fosse mais activa, e não estamos a falar de todos serem desportistas mas de pelo menos todos andarem 30 minutos por dia, os portugueses eram mais felizes, tinham melhor saúde, melhor qualidade de vida e mais prazer e o país poupava muitos milhões de contos em hospitalizações, comparticipações de medicamentos e outras despesas de saúde, etc., relacionados com as doenças devidas ao sedentarismo, recursos esses que poderiam ser canalizados para outras necessidades. Poupava-se também muito sofrimento, muita invalidez e muitas mortes. Reverter esta estado de coisas passa por macrointervenções político-sociais e económicos, quer ao nível do poder central como local, mas também ao nível das empresas, das escolas e por intervenções a nível das comunidades mais pequenas, sobretudo das famílias. Nestes planos será fundamental englobar a terceira idade pois os estudos científicos têm revelado que nunca é tarde demais para (re)começar a praticar e que em todas as idades há potencial biológico para ganhar com a sua prática.


In: http://cardiologia.browser.pt/PrimeiraPagina.aspx?ID_Conteudo=51